Novas Comunidades

 

IMPORTANTE !!!

Pregador da Casa Pontifícia fala da "corrente de graça":

Professor Felipe Aquino fala do testemunho de Frei Raniero Cantalamessa com a "corrente de graça":

Novas Comunidades (em slides):

NOVA FORMA DE SER IGREJA

1.“Expressões providenciais da nova primavera suscitada pelo Espírito com o Concílio Vaticano II, constituem um anúncio do poder do amor de Deus que, superando divisões e barreiras de todo o gênero, renova a face da terra, para construir a nova civilização do amor”. Esta é uma das referências que nominalmente o Papa João Paulo II fez as Novas Comunidades na Homilia do domingo de Pentecostes no dia 31 de maio de 1998.  O quanto alegra o meu coração, ver a mãe Igreja acolhendo os novos sopros do Espírito; e não poderia ser diferente, pois ela é movida pelo Espírito Santo de Deus.  

2.Através da carta do Papa Bento XVI aos sacerdotes por ocasião da abertura do Ano Sacerdotal escrita no dia 16 de junho de 2009, também nominalmente, pudemos saborear palavra de acolhimento e entusiasmo às Novas Comunidades: “No contexto da espiritualidade alimentada pela prática dos conselhos evangélicos, aproveito para dirigir aos sacerdotes, neste Ano a eles dedicado, um convite particular, a fim de que saibam acolher a nova Primavera que, em nossos dias, o Espírito suscita na Igreja, através, particularmente, dos movimentos eclesiais e das novas comunidades”. ​

3.Desde os primeiros anos da fundação de nossa Comunidade Deus vem nos fazendo um chamado a amar profundamente a mãe Igreja e ser Igreja com a Igreja, unidos a ela. Hoje vemos com o cuidado e cautela, típico de mãe, que o “coração” da nossa Igreja está com alegria aberto aos carismas dos leigos.  Assim como continua mencionando na mesma carta o Papa Bento XVI: "O Espírito é multiforme nos seus dons. (…) Ele sopra onde quer. E o faz de maneira inesperada, em lugares imprevistos, e segundo formas precedentemente inimagináveis (…); mas nos demonstra também, que Ele age em vista do único Corpo e na unidade do único Corpo." (...) A propósito disso, vale a indicação do decreto Presbyterorum ordinis: "Sabendo discernir se os espíritos vêm de Deus, (os presbíteros) perscrutem com o sentido da fé, reconheçam com alegria e promovam com diligência os multiformes carismas dos leigos, tanto os humildes como os sublimes." Esses dons que impelem não poucos para uma vida espiritual mais elevada, podem ser de proveito não só para os fiéis leigos, mas também para os próprios ministros. Com efeito, da comunhão entre ministros ordenados e carismas pode brotar "um válido impulso para um renovado compromisso da Igreja, no anúncio e no testemunho do Evangelho da esperança e da caridade, em todos os recantos do mundo".

4.Há diversas formas de ser Igreja, entre elas paroquialmente ou em comunidades religiosas, ou ainda no que vem sendo mencionado como Novas Comunidades ou Novas Fundações.

5.Somos chamados a sermos missionários da Divina Misericórdia com um coração misericordioso. Este é o chamado que Deus faz a Comunidade Graça, Misericórdia e Paz; e a Ele queremos ser fieis e obedientes.

6.Embora achemos muito benéfico como forma de testemunho do nosso carisma e para fazer brotar novos frutos que queiram vivenciar este carisma servir como forma de missão dentro de paróquias e movimentos, nossa Comunidade, assim como todas as Novas Comunidades precisam ser entendidas como bem cita o documento da CNBB, Igreja Particular, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades publicada no dia 10 de novembro de 2005, no número 25: diferenciam-se das Comunidades paroquiais, das Comunidades religiosas e dos Movimentos Eclesiais, ou seja, as Novas Comunidades são uma outra forma de ser Igreja.

7.“A expressão “Novas Comunidades”, embora recente, tem se difundido largamente, para referir-se a uma forma associativa, em grande parte nova na Igreja, diferenciando-se das Comunidades paroquiais, das Comunidades Eclesiais de Base e das Comunidades religiosas, bem como dos demais Movimentos eclesiais. Elas podem derivar de novos Movimentos ou neles se integrar, mas têm a sua especificidade em relação a eles. A Exortação Pós-Sinodal Vita consecrata refere-se a novas expressões de vida consagrada (n. 12) e novas formas de vida evangélica (n.62), utilizando também a denominação “Novas Comunidades”. As Novas Comunidades não figuram como tal no atual Código de Direito Canônico, embora tenham seus direitos e deveres nele fundamentados. As Novas Comunidades surgem como agregação de fieis, por iniciativa própria dos leigos ou, em alguns casos, por iniciativa de algum sacerdote dirigida aos leigos. Algumas, com o passar do tempo, recebem aprovação diocesana na condição de Associação de Fieis, através de decreto do Bispo da diocese onde se deu a fundação.

8.No livro Novas Comunidades - Primavera da Igreja, Monsenhor Jonas Abib menciona: “A Fraternidade se identifica com as graças da Renovação Carismática Católica e é uma estrutura a serviço da Renovação.” (pg. 23)  Assim, também é de muito proveito que nós, membros da Comunidade Graça, Misericórdia e Paz - que é fruto da mesma raiz carismática – coloquemo-nos a serviço da Renovação Carismática Católica, assim como dos diversos movimentos da nossa Igreja, sempre em observância ao carisma e ao governo da Comunidade GMP como consta no documento da CNBB, Igreja Particular, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades.“A expressão “Novas Comunidades”, embora recente, tem se difundido largamente, para referir-se a uma forma associativa, em grande parte nova na Igreja, diferenciando-se das Comunidades paroquiais, das Comunidades Eclesiais de Base e das Comunidades religiosas, bem como dos demais Movimentos eclesiais. Elas podem derivar de novos Movimentos ou neles se integrar, mas têm a sua especificidade em relação a eles. (Documento da CNBB, Igreja Particular, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades, nº 25)

9.Originalidade: “A perene juventude da Igreja continua a manifestar-se também hoje: nos últimos decênios, depois do Concílio Ecuménico Vaticano II, apareceram formas novas ou renovadas de vida consagrada. Em muitos casos, trata-se de Institutos semelhantes aos que já existem, mas nascidos de novos estímulos espirituais e apostólicos.”  “A originalidade destas Novas Comunidades consiste frequentemente no fato de se tratar de grupos compostos de homens e mulheres, de clérigos e leigos, de casados e solteiros, que seguem um estilo particular de vida, inspirado às vezes numa ou noutra forma tradicional ou adaptado às exigências da sociedade atual.62” (Exortação Apostólica Vita Consecrata do papa João Paulo II, 25 de março de 1996) 

10.Consagração: “Uma das principais características das novas comunidades é a chamada “consagração” por parte de seus membros. O modo como se entende e se pratica a “consagração” é variado, na forma de votos ou compromissos de diversos tipos, conforme o carisma reivindicado pela comunidade...” (Documento da CNBB, Igreja Particular, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades, nº 28)

11.Comunidade de Aliança e Vida “Nas Comunidades de Aliança, a consagração prioriza estar no mundo secular no exercício das mais diversas profissões. As comunidades maiores possuem a chamada “comunidade de vida”, formada por consagrados que residem juntos e se dedicam inteiramente ao serviço da comunidade.” (Documento da CNBB, Igreja Particular, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades).

 

12.Características  (Documento da CNBB, Igreja Particular, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades, nº 26)

  • Matriz carismática; 

  • Sede própria;

  • Estatutos ou regras de vida;

  • Carisma próprio;

  • Registro civil da entidade;

  • Coordenação independente da RCC e da paróquia;

  • Trabalho intenso de evangelização;

  • Espiritualidade própria (n. 27);

  • Acolhida e relacionamento fraterno (n. 30);

  • Governo autônomo (n. 30);

  • Sustentação econômica especialmente através do dízimo e de doações, bem como a administração dos bens costuma restringir-se ao âmbito interno da comunidade (n. 30);

Fabio Limeira- fundador da Comunidade GMP
 

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